terça-feira, 16 de abril de 2013

Só devo obediência ao povo. Não sou subserviente a nenhuma liderança. Diz Adelson Barreto.


Por Chico Freire

Eu não sou homem de grupo. Eu não tenho grupo. O meu grupo é o povo e a minha maior liderança é o povo e continuo com o mesmo perfil, fazendo o mesmo trabalho e tendo o mesmo comportamento na Assembleia Legislativa e tratando a todos os lideres políticos com respeito. Então, eu nunca fui taxado que Adelson Barreto (sem partido) é de Amorim, é de Valadares, é de João ou é de Déda. Eu me sinto bem e continuo sendo um homem do povo, teleguiado pelo povo

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Foi o que disse na manhã de ontem, o deputado estadual Adelson Barreto, ao ser questionado se hoje faz parte do grupo comandado pelo presidente estadual do PTB, o empresário Edvan Amorim.

Adelson disse também que continua muito a vontade para que possa tomar suas decisões. “Tenho amizade e respeito por todas as lideranças politicas do meu estado, entretanto, a liderança que entre na minha cabeça, a que eu devo obediência é a liderança chamada povo. Essa é a liderança que me norteia desde o principio da minha vida publica. Portanto, eu sou um homem teleguiado pelo povo e essa é a liderança a quem eu devo obedecer”, disse.  

Ressalta o deputado que muitas vezes um partido é ligado a liderança tal, mas não é porque é ligado a liderança “a” ou “b” que você é subserviente a essa liderança. “Continuo dizendo que respeito todas as lideranças partidárias, todos os lideres do meu estado, todos merecem o mesmo respeito, porem, eu geralmente tomo decisões, mas decisões com sintonia com o povo porque na minha avaliação, continuo acreditando que é o povo que norteia os meus passos”, frisou.

Filiação – Com relação a partidos, Adelson lembra que todos sabem que não se pode ser candidato sem ter partido e está no período de dialogo, no período de conversação e que tem mantido contato com vários partidos, partidos através de membros de Sergipe e partidos outros através de membros da executiva nacional, “de forma que estamos conversando de maneira sigilosa, mas estamos conversando e já mantemos contato com vários partidos e estamos com convite para conversar com tantos outros”, diz o deputado, acrescentando se tratar de um período de dialogo para que se possa avaliar com muita calma e com muita cautela.

Lembra o deputado que a lei eleitoral lhe faculta um prazo até razoável para que possa tomar uma decisão que é até o inicio do mês de outubro, prazo limite para filiação, ressaltando também que vem acompanhando a movimentação em Brasília sobre as possíveis mudanças com a reforma politica, onde houve uma certa acomodação sobre o tema, mas é preciso ter calma e cautela.

- Se há uma reforma política a gente precisa avaliar. O partido que por hora é um partido bom e adequado para que a gente possa ingressar de repente com a reforma politica pode ser tornar um partido inviável. Portanto, é um momento de muita calma, muita cautela, é um momento de se conversar para que mais tarde eu possa com muita consciência, com o pé no chão, tomar uma decisão possivelmente acerta - pondera.
 

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